A Justiça de Alagoas agendou para 29 de julho uma nova audiência de instrução e julgamento no processo que investiga crimes de estupro, cárcere privado, tortura e exercício ilegal da Medicina na Comunidade Terapêutica Luz e Vida. Os réus Mauricio Anchieta de Souza e Jessica da Conceição Vilela permanecem presos e serão ouvidos novamente.
O caso ganhou repercussão após a morte da esteticista Cláudia Pollyanne, que teria sido vítima de um regime de violência e maus-tratos na clínica. As investigações apontam que a comunidade terapêutica funcionava como fachada para práticas criminosas, incluindo cárcere privado e tortura psicológica e física.
Em decisão anterior, a Justiça de Alagoas tornou os donos da clínica réus por homicídio qualificado e cárcere privado, mas negou prisão preventiva. Agora, com a manutenção da prisão dos dois acusados, o Ministério Público espera avançar nas provas e garantir a condenação.
A expectativa é que a nova audiência traga esclarecimentos sobre a participação de cada réu nos crimes, além de ouvir testemunhas e peritos. O caso segue sob sigilo, mas a pressão popular e de entidades de direitos humanos aumenta por justiça e transparência.
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