O Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou procedimento para investigar possíveis irregularidades na contratação da banca organizadora do concurso da Controladoria-Geral do Estado (CGE-AL). A suspeita é de direcionamento no Termo de Referência nº 33/2025, alvo da Portaria nº 13/2026, assinada pelo promotor Coaracy José Oliveira.
A investigação mira a elaboração do documento que definiu os critérios para escolha da empresa responsável pelo certame. Segundo o MPAL, há indícios de que o termo pode ter sido moldado para beneficiar uma concorrente específica, o que levantou questionamentos sobre a lisura do processo.
O promotor Coaracy José Oliveira determinou a coleta de documentos e depoimentos para esclarecer os fatos. A CGE-AL, órgão responsável pelo controle interno do estado, ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
A expectativa é que o MPAL conclua a apuração nos próximos meses, podendo resultar em ações civis ou criminais caso as irregularidades sejam confirmadas. O concurso, que visa preencher vagas na carreira de controle, segue suspenso até novas determinações.
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