A Seleção Brasileira enfrenta a Noruega neste domingo, 26 de julho de 2026, às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. O duelo coloca frente a frente a equipe mais vitoriosa da história do torneio contra o único adversário que jamais conseguiu vencer em toda a trajetória do confronto — um tabu que pesa sobre o Brasil e alimenta a expectativa de um jogo equilibrado e tenso.
A partida será transmitida ao vivo pela TV Globo, Sportv e CazéTV, além de plataformas de streaming como Globoplay e FIFA+. O árbitro será o francês Clément Turpin, auxiliado por Nicolas Danos e Benjamin Pagès, com Jérémie Pignard no VAR.
Retrospecto histórico e tabu
O retrospecto entre Brasil e Noruega é surpreendente: em cinco confrontos oficiais, a Noruega venceu duas vezes e houve três empates — o Brasil nunca venceu. O último encontro foi em 2006, em amistoso em Oslo, que terminou em 1 a 1. O jogo mais marcante foi na Copa do Mundo de 1998, na França, quando a Noruega venceu por 2 a 1 na fase de grupos, com gols de Tore André Flo e Kjetil Rekdal (de pênalti), enquanto Bebeto descontou para o Brasil. Esse resultado eliminou o Brasil na primeira fase pela primeira vez desde 1966. Para 2026, o Brasil chega como favorito, mas o histórico adverso impõe cautela.
Panorama político e contexto do jogo
O confronto ocorre em meio a um cenário de forte polarização política no Brasil, com a Seleção Brasileira sendo usada como símbolo de unidade nacional em um ano eleitoral. A Noruega, por sua vez, vive um momento de ascensão no futebol, com investimentos robustos em categorias de base e uma geração liderada por Erling Haaland e Martin Ødegaard, que já brilham nas principais ligas europeias. O jogo em Nova Jersey, palco de grandes eventos esportivos, reflete a internacionalização da Copa e a força da comunidade brasileira nos Estados Unidos, que promete lotar o estádio.
Escalações prováveis
O técnico Dorival Júnior deve escalar o Brasil com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Casemiro, Bruno Guimarães e Raphinha; Vinícius Júnior, Rodrygo e Richarlison. Já a Noruega, comandada por Ståle Solbakken, deve vir com: Ørjan Nyland; Julian Ryerson, Andreas Hanche-Olsen, Leo Skiri Østigård e Fredrik André Bjørkan; Sander Berge, Morten Thorsby e Martin Ødegaard; Alexander Sørloth, Erling Haaland e Jørgen Strand Larsen.
Impacto e expectativas
O vencedor enfrentará nas quartas de final o ganhador do confronto entre Argentina e México. Para o Brasil, uma eliminação precoce representaria um duro golpe na credibilidade do trabalho de Dorival Júnior e reacenderia debates sobre a falta de renovação tática. Para a Noruega, avançar às quartas seria um feito histórico, igualando o melhor desempenho do país em Copas (1998). O jogo promete ser um teste de fogo para ambas as seleções, com a pressão do tabu e a força de um adversário que cresce no cenário mundial.
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