A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9), a segunda fase da Operação Monã para combater um esquema de desvios de R$ 100 milhões do INSS. O alvo são fraudes na concessão de benefícios a segurados especiais indígenas no sul da Bahia, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU).
Segundo a PF, o grupo criminoso utilizava documentos falsos e intermediários para obter vantagens indevidas, lesando os cofres públicos e prejudicando comunidades indígenas. A operação reforça a apuração de irregularidades que já vinham sendo investigadas desde a primeira fase.
A CGU aponta que os desvios ocorreram por meio de cadastros fraudulentos e concessões irregulares de auxílios. A PF conclui primeiros inquéritos sobre desvios no INSS até o fim do mês, ampliando o cerco contra esquemas que miram benefícios previdenciários.
Em meio a investigações, a PF nega influência eleitoral em apuração de fraudes bilionárias no INSS e pede prorrogação de inquérito. A expectativa é que novas fases da operação identifiquem mais envolvidos e recuperem parte dos valores desviados.
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