O Brasil aguarda uma nova rodada de negociações com os Estados Unidos antes de uma possível tarifa sobre exportações brasileiras. A medida, que pode impactar diretamente a economia alagoana, ainda não tem data definida para ser aplicada, mas já acendeu o alerta no Palácio do Planalto.
O governo Lula, por meio do Itamaraty, busca evitar que a taxação atinja produtos como açúcar, etanol e frutas, itens de peso na pauta de exportação de Alagoas. A expectativa é que os diplomatas brasileiros apresentem contrapropostas para reduzir o protecionismo norte-americano.
Enquanto isso, o setor produtivo alagoano monitora de perto as tratativas. O senador Renan Calheiros já sinalizou que deve cobrar do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, uma posição firme em defesa dos interesses do estado.
Próximo passo: a nova rodada de conversas deve ocorrer nas próximas semanas, e o governo aposta em um acordo setorial para evitar que a tarifa vire realidade. Se falhar, Alagoas pode sentir o baque nas contas do agronegócio e na geração de empregos.
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