A Santa Casa de Rio Claro (SP) vive um episódio digno de roteiro de suspense: o pequeno Noah Gabriel da Cruz Santos, de apenas um mês, foi dado como morto após uma parada cardiorrespiratória na UTI Neonatal — mas, duas horas depois, apresentou sinais vitais. A mãe, em choque, confirmou ao g1 que uma funcionária da funerária percebeu o movimento.
O hospital ainda não explicou como um bebê pode ser declarado morto e, horas depois, estar respirando. A família agora exige uma investigação rigorosa sobre o protocolo de óbito e a conduta da equipe médica.
O caso escancara falhas que vão além do erro humano: levanta dúvidas sobre a confiabilidade dos procedimentos de constatação de morte em unidades de terapia intensiva. A Santa Casa, até o momento, não se pronunciou oficialmente.
Na política alagoana, o episódio serve de alerta para a necessidade de fiscalização em hospitais públicos e privados. Deputados estaduais já articulam requerimentos de informações sobre protocolos similares no estado.
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