Proximidade com Trump acelera crise de Infantino e provoca reação da Uefa

A aproximação entre o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, virou combustível para uma crise institucional que já não pode ser ignorada. Segundo o jornal espanhol, a relação entre os dois mandatários acelerou o desgaste político de Infantino, especialmente depois do fracasso de um plano bilionário que prometia revolucionar o futebol mundial.

A reportagem indica que a aliança com Trump, vista como estratégica por Infantino, acabou se tornando um fardo. A Uefa, principal entidade do futebol europeu, reagiu com duras críticas à postura do dirigente, que passou a ser acusado de priorizar interesses pessoais e políticos em detrimento da governança esportiva.

O episódio expõe as fissuras no comando da Fifa e levanta dúvidas sobre a capacidade de Infantino de manter o apoio das confederações continentais. A crise, antes latente, agora ganhou contornos públicos e coloca o dirigente sob pressão em um momento delicado para o calendário internacional.

Nos bastidores, a expectativa é de que a Uefa intensifique o movimento para isolar Infantino e redefinir o equilíbrio de forças no futebol global. O próximo passo deve ser uma reunião de emergência entre os principais dirigentes europeus para traçar uma estratégia comum contra a influência do presidente da Fifa.

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