Uma reportagem de campo percorreu o Centro e a Zona Sul do Rio e encontrou flanelinhas cobrando até R$ 40 por vagas em áreas de lazer, valor muito acima da tarifa oficial. Sem talão ou identificação, os guardadores atuam à margem da regulamentação, pressionando motoristas que buscam estacionar em pontos como praias e parques.
Na Lagoa, o novo sistema digital de vagas, implantado pela prefeitura, funcionou em quase todos os pontos testados, mas a presença dos cobradores informais segue como alternativa paralela. A diferença de preço chega a ser o dobro do permitido, o que levanta questionamentos sobre a fiscalização e a eficácia das medidas recentes.
Enquanto a administração municipal aposta na tecnologia para coibir a prática, a reportagem indica que a solução ainda não é total. A expectativa é que a prefeitura intensifique a fiscalização e amplie a cobertura digital, mas a resistência dos flanelinhas sugere que o embate deve continuar nos próximos meses.
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