Augusto Cury propõe semipresidencialismo e sugere Tarcísio como primeiro-ministro

O escritor Augusto Cury, pré-candidato à Presidência da República, voltou a agitar o debate político ao propor a adoção do semipresidencialismo no Brasil. Em declaração recente, ele afirmou que, se eleito, convidaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para ocupar o cargo de primeiro-ministro.

A proposta, apresentada como uma alternativa para dar mais governabilidade e eficiência ao Executivo, levanta discussões sobre o atual modelo presidencialista. Cury argumenta que a mudança permitiria uma divisão de responsabilidades entre chefe de Estado e chefe de governo, algo que, na visão dele, reduziria crises institucionais.

Ao citar Tarcísio, o escritor sinaliza uma tentativa de diálogo com o centro-direita, embora o governador não tenha demonstrado interesse público em deixar o cargo ou apoiar a ideia. A declaração, no entanto, repercute nos bastidores políticos e alimenta especulações sobre alianças para o pleito de 2026.

Especialistas apontam que a proposta enfrenta barreiras constitucionais e resistência no Congresso, mas Cury insiste que o tema deve ser debatido pela sociedade. O próximo passo do pré-candidato é levar a discussão a eventos e redes sociais, buscando apoio popular para pressionar a classe política.

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