A Fifa completa mais de cinco décadas sob o comando de apenas três presidentes, e o histórico é marcado por escândalos que atravessam gerações. João Havelange, Joseph Blatter e Gianni Infantino tiveram suas gestões envolvidas em denúncias, investigações e crises de governança que abalaram a imagem da entidade máxima do futebol mundial.
O período de 52 anos revela um padrão de suspeitas que vai de acusações de corrupção a questionamentos sobre transparência nas decisões. Cada mandato, embora com características próprias, carrega o peso de controvérsias que se acumulam como camadas de um mesmo problema estrutural.
As investigações, muitas vezes conduzidas por autoridades externas, expuseram práticas que colocaram em xeque a credibilidade da instituição. A sucessão de crises levanta dúvidas sobre a capacidade de reforma interna e sobre os mecanismos de controle que deveriam garantir a lisura nas administrações.
O cenário atual aponta para um desafio contínuo: restaurar a confiança em um organismo que, apesar das promessas de mudança, segue sob o espectro das denúncias. A expectativa é que novos episódios venham à tona, pressionando por uma reestruturação efetiva e por maior responsabilização dos dirigentes.
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