Especialistas apontam que profissionais viciados em trabalho enfrentam mais dificuldades para cooperar em equipe. O comportamento, marcado pela dedicação excessiva, acaba afastando colegas que se sentem desvalorizados ou vigiados.
Segundo os pesquisadores, esse perfil tende a preferir o isolamento, o que compromete a dinâmica coletiva e a produtividade do grupo. A falta de confiança mútua é um dos principais fatores apontados.
Para os analistas, a situação levanta um alerta sobre os limites da produtividade e a necessidade de equilíbrio no ambiente corporativo. A tendência é que empresas passem a repensar modelos de gestão que incentivam o excesso.
O próximo passo esperado é a ampliação de debates sobre saúde mental no trabalho, com foco em estratégias para integrar esses profissionais sem prejudicar o time.
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