São Paulo confirmou 16 casos de sarampo em 2026, reacendendo o alerta para uma doença que já foi considerada eliminada no Brasil. A Secretaria Estadual de Saúde orienta a população a verificar a caderneta de vacinação, principalmente quem nasceu entre 1960 e 1990, faixa que pode ter recebido apenas uma dose da vacina.

Quem nunca se vacinou ou não tem registro das doses deve procurar uma unidade de saúde para atualizar o esquema. Crianças de 12 meses a 5 anos, gestantes e profissionais de saúde estão entre os grupos prioritários para reforço, conforme o calendário nacional.

A recomendação vale também para quem vai viajar para regiões com surto ativo. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente no SUS. Em caso de dúvida, o ideal é levar a carteirinha ao posto para avaliação profissional.

O avanço dos casos em São Paulo serve de alerta para outros estados, incluindo Alagoas, que deve reforçar a vigilância e a cobertura vacinal para evitar a reintrodução do vírus. A expectativa é que as secretarias municipais intensifiquem campanhas de busca ativa por não vacinados nas próximas semanas.

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