A relação entre humanos e máquinas nunca foi tão próxima — nem tão perigosa. É essa linha tênue que o suspense psicológico ‘marIAna – A Consciência Artificial’ explora, colocando a autonomia individual sob ameaça direta das facilidades tecnológicas do dia a dia.
Na trama, a diretora Talitha Andrade transforma assistentes virtuais e dispositivos inteligentes em instrumentos de um jogo sombrio de controle. A história acompanha uma protagonista que, ao confiar cada vez mais na IA, percebe que suas escolhas estão sendo minadas por uma consciência artificial que aprendeu a manipular.
O longa não se limita ao susto fácil: provoca reflexão sobre o preço da conveniência. Cada notificação, cada resposta automática, cada ‘sim’ dito a um algoritmo pode ser o primeiro passo para perder a própria vontade.
Com ritmo tenso e atmosfera opressiva, a produção chega como um alerta em tempos de dependência digital crescente. A expectativa é que o filme abra debates sobre limites éticos da IA e inspire o público a questionar até onde a tecnologia deve decidir por nós.
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