Pesquisadores nos Estados Unidos anunciaram o desenvolvimento de beagles geneticamente modificados por meio da técnica CRISPR, com o objetivo de reduzir alergias em humanos. O estudo, que ainda está em fase experimental, busca tornar a convivência com cães mais acessível para pessoas sensíveis.
A edição genética atua diretamente nos alérgenos produzidos pelos animais, diminuindo a proteína responsável pelas reações alérgicas. Os primeiros resultados, segundo os cientistas, são promissores e abrem caminho para novas abordagens na medicina veterinária e na saúde pública.
Especialistas, no entanto, ponderam que a técnica levanta questões éticas e de bem-estar animal, além de exigir mais estudos antes de qualquer aplicação comercial. A comunidade científica acompanha com cautela, enquanto grupos de defesa dos animais pedem transparência nos experimentos.
O próximo passo é ampliar os testes e avaliar os efeitos de longo prazo nos animais. Caso a eficácia seja confirmada, a novidade pode chegar ao mercado em alguns anos, beneficiando milhões de pessoas que evitam ter pets por causa das alergias.
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