A polícia de Toronto anunciou a prisão de dois suspeitos ligados ao tiroteio ocorrido em julho no consulado dos Estados Unidos. A investigação revelou uma suposta rede de pistoleiros de aluguel, o que levanta alerta sobre a atuação de grupos armados na região.
Os detidos, cujos nomes não foram divulgados, são apontados como participantes diretos do ataque, que gerou comoção internacional e reforçou medidas de segurança em missões diplomáticas. As autoridades canadenses trabalham para identificar outros envolvidos no esquema.
O caso repercute como um desafio à cooperação entre Canadá e EUA em segurança, especialmente em um momento de tensões globais. A polícia local prometeu aprofundar as investigações para desmantelar a organização.
Próximo passo deve ser a formalização das acusações e a análise de possíveis conexões com outros ataques. A comunidade internacional acompanha o desdobramento, que pode influenciar políticas de proteção a consulados.
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