A Polícia Federal indiciou o comandante Felício, proprietário da Voepass, pelo acidente aéreo que matou 62 pessoas em 2024. O relatório, divulgado nesta semana, aponta falhas na gestão da companhia como causa direta da tragédia.
Felício, que também atuava como piloto, é acusado de negligência na manutenção das aeronaves e na supervisão das operações. A investigação revelou que a empresa operava com irregularidades que contribuíram para o desastre.
O indiciamento ocorre após meses de análise técnica e depoimentos de sobreviventes e familiares das vítimas. A defesa do empresário ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
Especialistas em aviação avaliam que o caso pode gerar mudanças na regulamentação do setor. O próximo passo é a análise do relatório pelo Ministério Público, que decidirá sobre possíveis denúncias criminais contra Felício e outros envolvidos.
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