O candidato Flávio Bolsonaro anunciou que, se eleito, vai revogar a taxa de 12% sobre a exportação de petróleo. A medida, segundo ele, é um entrave para o setor e precisa ser revista na reforma tributária.
Em declaração recente, Flávio classificou a alíquota como prejudicial à competitividade do país. Ele defende que a carga atual afasta investimentos e onera desnecessariamente as empresas do ramo.
A proposta, no entanto, deve gerar debate entre os defensores da arrecadação. Especialistas apontam que a revogação pode impactar os cofres públicos, mas o candidato garante que a medida será compensada por outros ajustes.
O próximo passo é apresentar um estudo detalhado sobre os efeitos da mudança. A expectativa é que o tema ganhe destaque na campanha e mobilize o setor produtivo.
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