A defesa de Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio Bolsonaro, acionou o STF e a PGR nesta semana para acelerar a realização de um teste de DNA que, segundo os advogados, pode comprovar a inocência do político. O pedido inclui um prazo de 72 horas para o início dos procedimentos, em meio à denúncia de estupro de vulnerável que tramita na Corte.
Gaspar nega veementemente as acusações e classifica o caso como um “ataque político” orquestrado por opositores. A equipe jurídica também acionou a Justiça contra os envolvidos na denúncia, alegando danos à imagem do candidato. O caso ganhou repercussão nacional após o anúncio da chapa presidencial.
O STF já havia exigido novos esclarecimentos da senadora responsável pela denúncia, o que reforça a tese da defesa de que há inconsistências no processo. Enquanto isso, a corrida eleitoral segue com 13 nomes disputando o Planalto, e o episódio promete movimentar os bastidores políticos nas próximas semanas.
Com a pressão da defesa, a expectativa é que o STF defina um calendário para o exame de DNA ainda neste mês. O resultado pode ser decisivo para o futuro político de Gaspar e para o andamento da chapa de Flávio Bolsonaro, que tenta se blindar diante do escândalo.
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