Setenta por cento dos benefícios pagos pelo INSS são aposentadorias, e a modalidade por idade segue como uma das mais procuradas pelos trabalhadores brasileiros. Antes de dar entrada no pedido, é preciso conhecer os requisitos básicos e os tipos existentes para não cair em armadilhas burocráticas.
A primeira dica é verificar a carência mínima de 180 contribuições mensais, além da idade exigida: 65 anos para homens e 62 para mulheres. Quem começou a contribuir antes da reforma da Previdência pode ter regras de transição diferentes, então vale checar o histórico completo no site ou aplicativo Meu INSS.
Outro ponto crucial é separar a aposentadoria por idade urbana da rural — esta última exige menos tempo de contribuição, mas comprovação de atividade no campo. Também é possível somar períodos trabalhados com carteira assinada, autônomo ou facultativo, desde que os recolhimentos estejam corretos.
Antes de enviar a solicitação, confira se todos os vínculos estão registrados no sistema e se há pendências de pagamento. Erros simples, como falta de atualização de dados cadastrais, podem atrasar a análise em meses. A recomendação é usar a plataforma oficial e, se necessário, buscar orientação de um advogado previdenciário.
Com a reforma ainda gerando dúvidas, o INSS promete agilizar a análise digital, mas a fila segue longa. O próximo passo esperado é a ampliação do atendimento remoto e a revisão automática de pedidos negados, o que pode beneficiar quem está na espera.
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