Termina às 19h do dia 15 de agosto o prazo para os partidos registrarem as candidaturas para as eleições deste ano. Com o fim das convenções partidárias, cujo prazo para realização terminou na quarta-feira (5), agora os partidos devem registrar os candidatos nos tribunais eleitorais. A informação foi divulgada pela Agência Brasil, que detalhou os procedimentos e os prazos para cada cargo.
Para candidatos a presidente e a vice-presidente da República, as solicitações serão feitas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); para senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado distrital e deputado estadual, nos tribunais regionais eleitorais. O registro é a etapa que oficializa as candidaturas após as convenções, e sem ele o candidato não pode concorrer.
Panorama das candidaturas presidenciais
Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 têm candidatos à Presidência da República. Os demais anunciaram apoio a candidatos de legendas diferentes à sua ou declararam neutralidade na corrida presidencial. A decisão pela neutralidade é um sinal de que o partido volta seus esforços para os estados, em um trabalho para ter bancadas significativas nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado.
Os candidatos a presidente da República confirmados nas convenções nacionais são: Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi Júnior (Democrata).
Essas candidaturas, no entanto, precisam ser confirmadas com o registro junto ao TSE. Após registrado, o candidato aparece no sistema do tribunal e pode iniciar a campanha oficialmente. O prazo final é um marco importante no calendário eleitoral, pois define quem estará apto a disputar os cargos majoritários e proporcionais.
Além da corrida presidencial, o registro de candidaturas para governador, senador, deputado federal, estadual e distrital também segue o mesmo prazo, mas é feito nos tribunais regionais eleitorais. A movimentação partidária nos estados é intensa, com coligações e federações sendo formadas para fortalecer as candidaturas locais.
O cenário político para 2026 é marcado por uma disputa acirrada, com a polarização entre os principais candidatos e a entrada de novas forças políticas. A neutralidade de alguns partidos na corrida presidencial indica uma estratégia de fortalecimento regional, o que pode influenciar a composição do Congresso Nacional e das assembleias legislativas.
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