A atriz e cantora Camila Sodi, sobrinha da estrela mexicana Thalía, surpreendeu o público ao revelar que foi ela mesma quem embalsamou o corpo da própria mãe, Ernestina Sodi. Em entrevista recente, a artista classificou a experiência como uma ‘obra do destino’ e afirmou que o ato foi uma forma de honrar a matriarca de maneira íntima e pessoal.
Camila, que também é escritora, contou que optou por técnicas sustentáveis no ritual funerário, fugindo dos métodos tradicionais de conservação. A decisão, segundo ela, refletiu não apenas o desejo de respeitar o meio ambiente, mas também de vivenciar o luto de forma mais profunda e conectada à natureza.
A revelação levanta questionamentos sobre os limites entre o luto privado e a exposição pública, além de reacender discussões sobre práticas funerárias alternativas. Especialistas ouvidos por veículos locais apontam que a atitude de Camila pode inspirar outras famílias a buscar opções menos convencionais e mais ecológicas.
Enquanto isso, a família Sodi segue sob os holofotes, e a expectativa é que Camila detalhe ainda mais o processo em seu próximo livro, já que a artista tem usado a escrita como ferramenta de elaboração do luto. A repercussão, no entanto, já coloca a atriz no centro de um debate que mistura dor, tradição e inovação.
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