Família de colombianas mortas em queda de helicóptero cobra agilidade do IML: ‘Já vivemos uma tragédia’

A família das três colombianas mortas na queda de um helicóptero no Rio de Janeiro cobra agilidade do Instituto Médico Legal (IML) na liberação dos corpos. “Já vivemos uma tragédia, não queremos mais sofrimento”, disse um parente, que prefere não se identificar. As vítimas, de três gerações da mesma família, aguardam perícia desde o acidente.

Como as mulheres foram carbonizadas, o reconhecimento dos cadáveres exige procedimentos mais complexos, como exames de DNA, conforme explica a Polícia Civil. A legislação determina que a identificação só pode ser concluída após laudos técnicos, o que tem gerado ansiedade entre os familiares, que esperam respostas rápidas.

O caso ganhou repercussão nacional após a tragédia que também vitimou o piloto brasileiro. Enquanto isso, os corpos seguem no IML, e a família aguarda a conclusão dos trabalhos para realizar o traslado das vítimas para a Colômbia. A previsão é de que os laudos sejam concluídos nos próximos dias, mas sem data oficial confirmada.

Nos bastidores, a demora acende um alerta sobre a estrutura do órgão e a necessidade de priorizar casos de grande comoção. A expectativa é que, com a pressão da família e da opinião pública, o IML acelere os trâmites e entregue os corpos o quanto antes, encerrando ao menos a parte burocrática dessa dor.

Fonte: ver noticia original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *