O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) aplicou R$ 80 milhões no Banco Master em 6 de agosto, quando a instituição ainda não constava na lista de elegíveis do Ministério da Previdência Social para receber recursos de regimes próprios. A informação consta em investigação da Polícia Federal, que apura possíveis irregularidades na operação.
O aporte ocorreu em um momento em que o Master não atendia aos critérios exigidos pela pasta, o que levanta questionamentos sobre a legalidade da transação. A situação ganhou repercussão e já motivou pedido de Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara de Maceió para investigar as aplicações do instituto no banco.
O caso expõe fragilidades na gestão dos recursos previdenciários e acende alerta para a necessidade de transparência nas decisões de investimento. A PF segue analisando documentos e movimentações financeiras relacionadas ao aporte.
Nos próximos dias, a expectativa é de que novos detalhes da investigação sejam revelados, enquanto a CEI pode ampliar o escopo das apurações sobre o Iprev e suas relações com o Banco Master.
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[…] O dado se soma a outras revelações sobre o Iprev Maceió. Reportagem já mostrou que o instituto investiu no Master quando o banco não estava apto a receber recursos. […]