A identificação dos corpos das três turistas colombianas mortas na queda de um helicóptero no Rio de Janeiro foi concluída por meio de análise antropológica, técnica que combina características físicas e genéticas para traçar o perfil das vítimas. O exame, realizado no Instituto Médico-Legal (IML), detalha faixa etária, estatura e possíveis marcas corporais, sendo essencial em casos de destruição parcial dos corpos.
As vítimas, da mesma família, celebravam um aniversário em um voo de passeio quando a aeronave caiu, matando também o piloto. A perícia segue em andamento, e os corpos ainda aguardam liberação para traslado à Colômbia, conforme aponta a cobertura do acidente.
O governo colombiano presta assistência às famílias, enquanto as investigações sobre as causas da queda — que ocorreu em área de mata fechada — seguem sob responsabilidade das autoridades aeronáuticas. A análise antropológica, nesse contexto, torna-se peça-chave para dar nome às vítimas e encerrar o drama das famílias.
O próximo passo é a conclusão da perícia completa e a liberação dos corpos, o que deve ocorrer nos próximos dias. O caso, no entanto, reacende o debate sobre a segurança em voos turísticos no país, tema que deve ganhar destaque nas próximas semanas.
Fonte: ver noticia original

