O domínio do SWIFT, sistema que conecta bancos do mundo inteiro, está sendo desafiado por soluções financeiras criadas pela Rússia e pelo Sul Global. A avaliação é do chefe de um banco russo, que vê a infraestrutura financeira virar campo de disputa geopolítica.
Segundo o banqueiro, os países que buscam autonomia já desenvolvem mecanismos próprios de pagamento e compensação, reduzindo a dependência de redes controladas por potências ocidentais. A fala ecoa em meio a sanções e à busca por alternativas ao sistema tradicional.
O movimento não é apenas técnico: ele levanta questionamentos sobre o futuro da ordem financeira global e abre espaço para que novas alianças econômicas ganhem força. A tendência, avaliam analistas, é que a fragmentação dos sistemas de pagamento se intensifique nos próximos anos.
Enquanto isso, o debate chega ao Brasil, que integra o Sul Global e observa de perto as implicações dessa disputa para o comércio e os investimentos. A expectativa é que o tema ganhe relevância em fóruns internacionais e paute a agenda diplomática de 2026.
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