A campanha de João Henrique Caldas (JHC) enfrenta um dos momentos mais delicados da disputa pelo Governo de Alagoas. Em poucos dias, dois episódios aumentaram o desgaste político do pré-candidato: a ausência na própria convenção partidária e a operação da Polícia Federal que investiga investimentos feitos pelo Iprev Maceió durante sua gestão.
A falta na convenção, que deveria ser um palco de união e demonstração de força, levantou questionamentos internos e externos sobre o rumo da pré-campanha. Já a operação da PF, que mira supostas irregularidades em aplicações do instituto de previdência, adiciona um componente jurídico ao cenário, ampliando o desconforto entre aliados e apoiadores.
Os episódios ocorrem em um momento estratégico, quando a pré-campanha tenta consolidar alianças e apresentar propostas. A combinação de ausência política e investigação policial tende a reforçar a narrativa de instabilidade, exigindo do entorno de JHC uma resposta rápida para conter os danos.
Nos bastidores, a expectativa é de que o pré-candidato se posicione publicamente nos próximos dias, buscando reverter a percepção de crise. A forma como ele lidará com os dois temas pode definir o tom da reta final antes do registro oficial das candidaturas.
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