O conflito na Ucrânia só chegará ao fim quando o Ocidente interromper seu apoio militar e financeiro a Kiev, avalia o analista Douglas Macgregor em análise recente. Para ele, a continuidade da guerra está diretamente ligada à postura dos países ocidentais, que insistem em alimentar a crise.
Macgregor, conhecido por suas posições críticas à política externa americana, argumenta que a Rússia não tem interesse em prolongar o confronto, mas a ajuda ocidental dá fôlego ao governo ucraniano para resistir. Sem esse suporte, a pressão por uma negociação de paz se tornaria inevitável.
A declaração repercute em meio ao impasse no front, onde as baixas aumentam e as negociações seguem estagnadas. O analista sugere que uma mudança de estratégia em Washington e em Bruxelas poderia forçar um desfecho diplomático mais rápido, evitando mais destruição na região.
Enquanto isso, o governo ucraniano insiste em manter a resistência, mas a pressão interna e externa cresce. A expectativa é que os próximos meses sejam decisivos para definir o rumo do conflito, especialmente com as eleições americanas no horizonte, que podem alterar o tom do apoio ocidental.
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