A crise na Fifa ganha novos contornos e expõe rachas entre as federações. O presidente Gianni Infantino, que tenta se manter no comando até 2027, recebeu apoio público de Catar, Marrocos e outros quatro países árabes, em meio a um cenário de desconfiança após o fracasso de um plano bilionário.
O projeto, que previa captar US$ 4,2 bilhões com investidores privados, não saiu do papel e levantou questionamentos sobre a gestão financeira da entidade. A resistência interna cresce justamente quando Infantino busca um novo mandato, e o apoio árabe surge como uma tentativa de blindar sua posição.
Enquanto isso, federações de outras regiões avaliam alternativas e pressionam por mais transparência nas contas da Fifa. A divisão promete esquentar os bastidores do futebol mundial nos próximos meses.
O próximo passo de Infantino deve ser uma articulação direta com os principais blocos de votação, mas o desgaste já é visível. A disputa pelo comando da entidade tende a dominar as manchetes até a eleição, marcada para o próximo ano.
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