O presidente Lula reagiu ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos e tentou um contato direto com Donald Trump. Em tom firme, o petista afirmou: “Não se meta nos negócios do Brasil nem na eleição”. A declaração foi dada após o anúncio das novas tarifas americanas, que atingem produtos brasileiros.
Lula disse que espera ter uma “boa conversa” com o presidente americano, mas deixou claro que não aceitará interferências externas em assuntos internos do país. A fala ocorre em um momento de tensão diplomática, com o chanceler Mauro Vieira classificando as tarifas como “motivação política” e rebatendo críticas do secretário de Estado Marco Rubio.
Enquanto isso, o Brasil busca novos aliados em meio às crises com os EUA e a Argentina, às vésperas da eleição. A diplomacia de Lula está em xeque, e o governo tenta equilibrar o discurso de soberania com a necessidade de manter acordos comerciais estratégicos.
O próximo passo esperado é uma resposta oficial de Washington ao pedido de diálogo brasileiro. Os EUA já sinalizaram disposição para negociar, mas o tom de Lula indica que o Brasil não deve ceder facilmente às pressões externas.
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