Manoel Carvalho, candidato ao Senado por Minas Gerais, declara R$ 3,87 milhões em bens ao TSE

O candidato ao Senado por Minas Gerais, Manoel Carvalho, do MDB, declarou R$ 3,87 milhões em bens à Justiça Eleitoral, conforme registro de candidatura apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor representa um aumento de 28% em relação ao que ele informou em 2024, quando disputou a vice-prefeitura de Muriaé e declarou R$ 3,03 milhões.

Os dados fazem parte do pedido de registro de candidatura e foram divulgados pelo g1 Minas, que ao longo desta semana publica o patrimônio dos candidatos ao Senado. Até este sábado (15), outros 12 postulantes também já haviam submetido a documentação à Corte: Ana Luiza do MLB (UP), Áurea Carolina (PSOL), Carlos Viana (PSD), Cleitinho (Republicanos), Domingos Sávio (PL), Fidélis Alcântara (UP), Juiz Ramon Moreira (DC), Marcelo Aro (PP), Marco Antônio Superman (Novo), Marília Campos (PT), Sebastião Pessoa (PCO) e Victória Mello Vic (PSTU).

Composição do patrimônio declarado

Na declaração, Manoel Carvalho lista dois veículos: um avaliado em R$ 127 mil e outro em R$ 105 mil. A maior variação está nos imóveis rurais. Ele passou a declarar a Fazenda Nogueira, avaliada em R$ 950 mil, além de novos registros de partes da Fazenda Barra Alegre, recebidas por doação. Permanecem na lista três propriedades rurais avaliadas em R$ 1,8 milhão, R$ 100,3 mil e R$ 94,1 mil, além de uma terra nua de R$ 30 mil.

Os recursos financeiros também cresceram. Os saldos em contas bancárias, somados à aplicação em consórcio de imóveis do Banco do Brasil, passaram de aproximadamente R$ 341,8 mil em 2024 para R$ 632,5 mil na declaração atual. Em 2024, o candidato havia declarado R$ 215 mil em dinheiro em espécie, item que não aparece na declaração deste ano.

O cenário eleitoral em Minas Gerais para o Senado é competitivo, com uma diversidade de candidatos de diferentes espectros políticos, desde representantes de partidos de esquerda, como Áurea Carolina (PSOL) e Marília Campos (PT), até nomes de centro-direita, como Carlos Viana (PSD) e Domingos Sávio (PL). A divulgação dos bens é uma etapa obrigatória do processo eleitoral, que visa dar transparência ao patrimônio dos postulantes e permitir o acompanhamento pela sociedade.

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