O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, subiu o tom contra o governo Lula após o avanço de um processo que questiona o chamado tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Para o parlamentar, a reação do Planalto à medida comercial é lenta e sem estratégia, o que agrava a insegurança para o setor produtivo brasileiro.
Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que o petista “age como coadjuvante” diante de uma das maiores crises comerciais da atualidade. A crítica ocorre em meio à disputa nos Três Poderes, na qual o senador amargou recentemente uma derrota política, conforme apontou análise da semana no STF.
O senador também aproveitou para reforçar o discurso de que o Brasil precisa de um líder com posição firme no cenário internacional, citando a necessidade de defender a indústria nacional sem subserviência a outros países. A fala ecoa o tom de pré-campanha, mirando o eleitorado que enxerga na política externa um dos principais pontos de avaliação do governo.
Enquanto isso, o STF segue pautando o noticiário político, com decisões que impactam diretamente o Congresso, como o prazo de 15 dias para o Tesouro Nacional criar um sistema de rastreamento de emendas parlamentares. A movimentação deve manter o clima de tensão entre os Poderes nas próximas semanas.
Para os bastidores políticos, a expectativa é que Flávio intensifique a agenda de viagens e encontros com lideranças empresariais para ampliar a repercussão do tema. O tarifaço americano deve continuar como um dos principais combustíveis da oposição até a definição dos cenários eleitorais de 2026.
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