O motorista do ministro Fernando Haddad prestou depoimento nesta semana e reafirmou a versão apresentada anteriormente sobre os horários dos deslocamentos. Apesar da manutenção do relato, a polícia afirma ter identificado contradições entre as informações do condutor e os registros oficiais de tráfego.
Segundo fontes ligadas à investigação, os horários informados pelo motorista não batem com os dados de pedágio e de câmeras de monitoramento. A divergência, segundo os investigadores, pode indicar que o trajeto não ocorreu exatamente como descrito.
A defesa do motorista não comentou as alegações de inconsistências. O caso segue em análise, e novos elementos devem ser coletados nas próximas semanas para esclarecer os pontos levantados pela polícia.
O depoimento é considerado peça-chave para o andamento do inquérito, que agora depende da comparação detalhada entre os relatos e as provas técnicas. A expectativa é de que novos esclarecimentos sejam solicitados antes da conclusão do relatório final.
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