A América Latina e o Caribe seguem como potência agroalimentar mundial, mas a fome persiste como chaga social. O paradoxo foi destaque no portal Tribuna do Sertão, que aponta o financiamento e o acesso ao crédito como os principais entraves para os produtores da região.
Enquanto o agronegócio exporta recordes, pequenos agricultores enfrentam juros altos e burocracia para conseguir recursos. Sem crédito, a produção local encolhe e o preço dos alimentos dispara, empurrando milhões para a insegurança alimentar.
A situação acende alerta em Alagoas, onde a agricultura familiar depende de políticas públicas eficazes. Especialistas ouvidos na reportagem defendem linhas de financiamento específicas e assistência técnica como caminhos para reduzir a dependência de importações e baratear a comida na mesa do trabalhador.
O debate ganha contornos políticos em ano pré-eleitoral, com pré-candidatos como João Henrique Caldas (JHC) sendo cobrados por propostas concretas para o setor. A expectativa é que o tema vire pauta central nas discussões sobre segurança alimentar e desenvolvimento regional até 2026.
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