O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, saiu em defesa da pasta nos meses finais do governo Lula. Em meio ao cenário de sucessão presidencial, ele destacou a relevância da participação indígena na política e a criação da Universidade Federal Indígena como pautas prioritárias.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, Terena argumenta que a existência do ministério é essencial para garantir avanços nas políticas voltadas aos povos originários. A declaração ocorre em um momento em que o STF mantém a invalidação do marco temporal, com voto de Gilmar Mendes pela íntegra da decisão, e Nunes Marques surpreende ao priorizar a pauta indígena no TSE.
A proposta da universidade federal indígena é vista como um passo estruturante para ampliar o acesso ao ensino superior e fortalecer a representatividade. O ministro defende que a educação é ferramenta central para a autonomia e o protagonismo das comunidades.
Com o calendário político acelerado, a expectativa é que a pauta indígena ganhe ainda mais relevância nos próximos meses, tanto no Congresso quanto no debate eleitoral. A permanência e o fortalecimento da pasta, contudo, dependerão do resultado das urnas em 2026.
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