O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, voltou a tecer críticas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e se posicionou contra a obrigatoriedade de diploma para o exercício do jornalismo. Em declaração recente, ele afirmou que ‘grandes jornalistas hoje não têm diploma’ e que é contrário a ‘hiperregularizações’ na área.
As declarações foram feitas em meio a um contexto de debate sobre a regulamentação da profissão e o papel do STF em decisões que afetam diretamente a imprensa e a liberdade de expressão. Renan Santos, que disputa a Presidência da República, defende que a exigência de diploma não é um critério essencial para a prática jornalística, citando exemplos de profissionais consagrados que não possuem formação específica na área.
Panorama político e repercussão
A fala do candidato ocorre em um momento de tensão entre o Congresso Nacional e o STF, com pautas como a regulação das redes sociais e a liberdade de imprensa em discussão. A posição de Renan Santos se alinha a um discurso de desregulamentação e crítica ao que ele classifica como excesso de intervenção estatal, especialmente por parte do Judiciário.
Especialistas e entidades de jornalismo têm opiniões divergentes sobre o tema. Enquanto alguns defendem a formação acadêmica como um pilar para a qualidade da informação, outros argumentam que a diversidade de trajetórias enriquece a profissão. A discussão, que já foi pauta de decisões do STF, voltou a ganhar destaque no cenário eleitoral.
O candidato, que vem intensificando sua agenda de campanha, deve continuar abordando o tema em seus próximos compromissos, buscando consolidar seu eleitorado em torno de pautas liberais e de crítica ao ativismo judicial.
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