O influenciador digital Patrick de Almeida Silva, o PTK, deixou a prisão nesta quarta-feira (19) após decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). A Câmara Criminal acatou pedido de habeas corpus por empate na votação, resultado que favorece o réu, e impôs medidas cautelares no lugar da prisão preventiva.
PTK estava detido desde junho, acusado de envolvimento com organização criminosa e lavagem de dinheiro. A soltura, no entanto, não encerra o processo — o influenciador terá que cumprir restrições impostas pela Justiça, que não foram detalhadas na decisão.
O caso reacende o debate sobre os critérios para prisões preventivas no país. Enquanto isso, o CNJ já discute mecanismos para proteger o patrimônio de influenciadores mirins, e ministros do STF questionam a aplicação automática de prisões sem fundamentação sólida.
Nos bastidores políticos de Alagoas, a soltura de PTK é vista com atenção, já que o influenciador tem trânsito em círculos digitais e pode influenciar o debate público nas eleições de 2026. O Ministério Público deve recorrer da decisão.
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