O aumento de 15% nos benefícios concedidos por transtornos mentais em um ano acendeu o alerta no mercado de trabalho. A informação, divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, reforça a necessidade de as empresas adotarem medidas efetivas de prevenção ao sofrimento psíquico dos funcionários.
Especialistas apontam que a pressão por metas, o excesso de carga horária e o assédio moral estão entre os principais gatilhos. A recomendação é que os empregadores invistam em canais de acolhimento, pausas regulares e políticas claras de combate ao burnout.
O cenário também levanta debate sobre a responsabilidade jurídica das companhias. Quem não se adequa pode enfrentar ações trabalhistas e danos à reputação, além do impacto direto na produtividade.
Para o próximo período, a tendência é que o tema ganhe mais espaço nas pautas sindicais e no Ministério Público do Trabalho, com fiscalizações mais rígidas e cobrança por transparência nos indicadores de saúde mental.
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