A relação entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump parece ter entrado em nova fase. Nesta sexta-feira, os dois presidentes voltaram a conversar, após um período marcado por encontros amistosos, divergências comerciais, atritos envolvendo a família Bolsonaro e disputas em torno da soberania brasileira.
O tom da conversa, segundo interlocutores, foi de reaproximação. Mas o histórico recente mostra que a ‘química excelente’ exaltada em encontros anteriores deu lugar a um verdadeiro tarifaço, com ameaças de barreiras comerciais e trocas de farpas públicas.
Nos bastidores, a avaliação é que a conversa desta sexta-feira pode ser um ponto de inflexão. Ainda assim, analistas lembram que os pontos de atrito continuam na mesa, especialmente a questão tarifária e a postura brasileira em fóruns internacionais.
O próximo passo esperado é a definição de uma agenda bilateral mais concreta, possivelmente com novas reuniões presenciais. Enquanto isso, o mundo político observa se a trégua vai se sustentar ou se os ânimos voltarão a esquentar.
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