O nome de Daniel Mendonça da Silva, de 40 anos, voltou a circular nos bastidores da segurança pública alagoana — e não por um bom motivo. Condenado por matar uma mãe e a filha grávida, ele não retornou à prisão após ser beneficiado com a saída temporária do Dia dos Pais. O prazo para voltar à unidade prisional terminou na noite do último dia 13, e até agora ninguém sabe do paradeiro dele.
Segundo informações do portal Tribuna do Sertão, a ausência foi registrada pelas autoridades, que agora tratam o caso como uma nova fuga. A saída temporária, concedida em datas comemorativas, virou motivo de polêmica: críticos apontam que o benefício foi usado por um condenado por crime de grande repercussão para simplesmente não voltar.
O caso levanta, mais uma vez, o debate sobre a eficácia das saidinhas e o monitoramento de presos em Alagoas. Enquanto isso, a polícia tenta localizar Daniel, que pode ter deixado o estado para evitar a recaptura.
A expectativa agora é que o caso ganhe novos capítulos nos próximos dias, com possível cobrança pública por parte de familiares das vítimas e endurecimento do discurso de autoridades locais sobre o benefício. A pergunta que fica é: até quando a Justiça vai permitir que o calendário afetivo vire porta de saída para quem já foi condenado por matar?
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