O turismo de aventura ganha cada vez mais adeptos no Rio de Janeiro, mas a recente tragédia com um helicóptero que matou três colombianas e o piloto, no Parque Nacional da Tijuca, levanta um alerta urgente sobre os cuidados que o viajante deve ter ao contratar esses serviços. O acidente, ocorrido em uma das áreas mais procuradas para voos panorâmicos, expõe falhas na fiscalização e na checagem de empresas que operam na região.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, a procura por experiências radicais, como voos de helicóptero, trilhas e rapel, só aumenta, mas a segurança nem sempre acompanha o crescimento. Especialistas recomendam que o turista verifique se a operadora possui registro na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e no Corpo de Bombeiros, além de conferir a validade das aeronaves e a capacitação dos pilotos. A pressa por um passeio perfeito não pode custar a vida.
A fiscalização, porém, segue como ponto fraco. O acidente na Tijuca reacende o debate sobre a necessidade de reforço nas inspeções e de punições mais duras para quem opera irregularmente. Enquanto isso, o viajante precisa agir com cautela: exigir documentação, evitar ofertas muito abaixo do mercado e desconfiar de empresas sem histórico comprovado.
O próximo passo esperado é que as autoridades intensifiquem as operações de controle no parque e em outros pontos turísticos, mas, até lá, a responsabilidade individual é a principal barreira contra novas tragédias. A aventura, para ser prazerosa, precisa vir acompanhada de informação e bom senso.
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