Dolly Parton morre aos 80 anos e deixa legado que inspirou até ovelha clonada

A cantora Dolly Parton, ícone da música country, morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A notícia, divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, repercutiu não só pelo legado artístico, mas também por uma curiosidade científica: os seios ‘impressionantes’ da artista inspiraram o nome da primeira ovelha clonada da história, em 1997.

Segundo o portal, a própria Dolly contou que não ficou chateada com a ‘homenagem’. A ovelha, batizada de Dolly em referência à cantora, foi clonada a partir de uma célula mamária, o que levou os cientistas a fazerem a associação direta com a artista.

A morte da cantora, no entanto, levanta questionamentos sobre o legado que ela deixa para a cultura pop e para a ciência. A história da ovelha clonada, que se tornou um marco na biotecnologia, agora ganha um novo capítulo com o falecimento da musa inspiradora.

O próximo passo esperado é que fãs e admiradores prestem homenagens à artista, enquanto a comunidade científica relembra a contribuição indireta de Dolly para um dos experimentos mais famosos do século XX.

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