A equipe econômica do governo federal defende a prorrogação do Imposto de Exportação sobre petróleo, medida que será analisada nesta quinta-feira pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). A avaliação interna é de que a manutenção do tributo garante arrecadação relevante em um momento de ajuste fiscal, segundo informações do portal Tribuna do Sertão.

A proposta, no entanto, enfrenta resistência de setores produtivos, que argumentam que a cobrança adicional encarece o produto brasileiro no mercado internacional e reduz a competitividade. O governo, por outro lado, aposta no discurso de que a medida é temporária e necessária para equilibrar as contas públicas.

Nos bastidores, a decisão da Camex é vista como um teste para a política externa e comercial do governo, que tenta conciliar interesses fiscais com a agenda de crescimento. Enquanto isso, o Planalto monitora os desdobramentos, ciente de que qualquer sinal de aumento de carga tributária pode gerar ruído no setor energético.

A expectativa é que, caso a prorrogação seja aprovada, o governo anuncie a medida como parte de um pacote de responsabilidade fiscal. Já se a proposta for rejeitada, a Fazenda terá de buscar fontes alternativas de receita para compensar a perda.

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