A corrida presidencial de 2026 ganha um novo capítulo com a definição do tempo de propaganda eleitoral na TV e no rádio. A divisão, que começa a valer nesta sexta-feira, é calculada com base na representação de cada partido na Câmara dos Deputados, o que já provoca articulações de bastidores entre as siglas.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, a regra beneficia as legendas com maiores bancadas, garantindo mais minutos aos candidatos que conseguirem coligações amplas. Enquanto isso, os presidenciáveis aceleram as gravações para estrear com impacto — e tentar virar o jogo nas pesquisas de intenção de voto.
O cenário não se limita ao Planalto. Em Alagoas, a disputa pelo Governo também promete ser acirrada, com o tempo de TV e rádio já definido para os postulantes. A expectativa é que a propaganda eleitoral seja o palco decisivo para consolidar nomes e desidratar adversários.
Com a polarização dificultando alianças, o fundo eleitoral e o tempo de exposição viram moeda de troca — e motivo de queixa entre os que saem em desvantagem. A estratégia de cada campanha, agora, é transformar cada segundo em votos.
O próximo passo esperado é a análise dos primeiros programas, que devem pautar o debate público e redefinir o tom das campanhas nas próximas semanas.
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