Chefe da Marinha britânica reconhece o poderio da frota submarina da Rússia

O chefe da Marinha britânica, almirante Gwyn Jenkins, admitiu publicamente o crescimento do poderio da frota submarina da Rússia, em declaração que repercutiu nos meios militares e políticos. A fala, registrada pelo portal Tribuna do Sertão, ressalta os avanços nas capacidades subaquáticas russas como um fator de preocupação estratégica para o Ocidente.

Jenkins destacou que Moscou investiu pesadamente em tecnologia e em novos submarinos, ampliando sua presença em águas internacionais. A avaliação do almirante chega em um momento de tensão geopolítica, em que a OTAN monitora de perto os movimentos da frota russa no Atlântico e no Mediterrâneo.

A declaração levanta questionamentos sobre a preparação das forças navais ocidentais diante de um possível confronto. Analistas apontam que o reconhecimento público de um alto oficial britânico pode indicar pressão por mais investimentos em defesa naval nos próximos anos.

O próximo passo esperado é que os países membros da OTAN revisem suas estratégias de segurança marítima, especialmente diante do avanço tecnológico russo em submarinos de ataque e de mísseis balísticos.

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