O dono do Banco Master, Vorcaro, negou em depoimento à Polícia Federal qualquer vazamento de informações de servidores do Banco Central para a instituição financeira. A oitiva ocorre em meio a investigações que miram supostas irregularidades na troca de dados entre o banco e o órgão regulador.
Segundo o depoimento, as informações teriam sido obtidas por meios legais, e não haveria qualquer repasse indevido de dados sigilosos. A defesa do banqueiro reforça que todas as operações foram realizadas dentro da legalidade, rebatendo as suspeitas levantadas pela investigação.
O caso ganhou repercussão no meio político e financeiro, especialmente em Alagoas, onde o assunto é acompanhado de perto. Enquanto isso, o Ministério Público de Alagoas apura outro caso de acesso irregular, agora envolvendo um advogado na Central de Flagrantes, o que amplia o debate sobre transparência e sigilo em órgãos públicos.
A expectativa é que novos desdobramentos surjam nos próximos dias, com a PF analisando os documentos apresentados e ouvindo outras testemunhas. O caso deve seguir movimentando os bastidores políticos, já que envolve uma das maiores instituições financeiras do país em um período de pré-campanha eleitoral.
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