O jornalista Marcos Penido morreu aos 74 anos, encerrando uma trajetória de quase quatro décadas dedicadas à reportagem. A informação foi divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, que destacou a passagem do profissional por nove edições de Copa do Mundo e a conquista de dois prêmios Esso, um dos mais importantes do jornalismo brasileiro.
Penido construiu carreira marcada pelo fôlego de repórter e pela capacidade de estar onde a notícia acontecia. Foram 38 anos de estrada, com coberturas que atravessaram gerações de craques, técnicos e dirigentes, sempre com o olhar apurado para o detalhe que escapava das manchetes óbvias.
O reconhecimento veio em dobro com os prêmios Esso, que coroaram reportagens de fôlego investigativo e narrativa precisa. Mais do que os troféus, porém, Penido deixa um exemplo de ofício para as redações: o jornalismo como missão, não como trampolim.
No meio político e esportivo alagoano, a morte de Penido reacende o debate sobre a memória da imprensa local e a necessidade de preservar o legado de quem documentou décadas de história. A expectativa é que entidades de classe e veículos promovam homenagens nos próximos dias.
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