O candidato Renan Santos saiu em defesa própria nesta quarta-feira e classificou como ‘problema técnico’ o atraso no registro de seus perfis em redes sociais, informação enviada fora do prazo à Justiça Eleitoral. Em pronunciamento, ele reagiu à decisão do ministro Dias Toffoli, que vetou o acesso ao fundo eleitoral e a participação em debates por causa da irregularidade.
Renan não poupou críticas ao ministro e chamou a decisão de ‘ilegal’. Para ele, a punição é desproporcional e desconsidera o caráter meramente burocrático do equívoco. ‘Não houve má-fé, foi um erro de ordem técnica’, afirmou o candidato, que promete recorrer da medida.
A decisão de Toffoli, divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, atinge diretamente a estratégia de campanha de Renan, que fica sem recursos do fundo e sem espaço nos debates — dois pilares para quem busca visibilidade em uma disputa acirrada.
Nos bastidores, aliados do candidato avaliam que a resposta jurídica será imediata, com pedido de reconsideração ou novo recurso ao TSE. O desfecho do caso, no entanto, pode definir o tom da campanha nas próximas semanas, já que a briga na Justiça tende a ganhar mais espaço do que as propostas de governo.
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