O pré-candidato ao governo de Alagoas, Renan Santos, anunciou que vai entrar com mandado de segurança contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A informação foi divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, que teve acesso à estratégia da defesa.
Segundo o advogado do político, a determinação de Toffoli é ‘ilegal’ e fere o devido processo legal. A equipe jurídica argumenta que a medida extrapola os limites da legislação eleitoral e prepara o terreno para uma disputa judicial que pode se arrastar até as eleições de 2026.
Renan Santos, por sua vez, sugere que a decisão seria uma perseguição política motivada por manifestações anteriores do presidenciável. O tom de indignação domina o discurso do grupo, que promete levar o caso às últimas instâncias.
O mandado de segurança deve ser protocolado nos próximos dias, e a expectativa é de que o caso ganhe repercussão nacional. Enquanto isso, o pré-candidato mantém a agenda de articulações políticas no estado, tentando transformar o embate judicial em combustível para a campanha.
O próximo passo é aguardar a resposta do TSE ao recurso, enquanto aliados avaliam o impacto da decisão na base de apoio. A movimentação promete esquentar o cenário político alagoano, que já vive clima de pré-eleição.
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