O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) suspendeu o direito de resposta concedido a João Henrique Caldas (JHC) no caso Master. A decisão veio após a confirmação de que a Polícia Federal atribuiu a JHC a responsabilidade administrativa pelo Iprev, conforme aponta levantamento do inquérito.
Com o sigilo do inquérito levantado, o TRE-AL também retirou a punição que havia sido imposta a Renan Filho. A corte eleitoral entendeu que a divulgação do conteúdo do inquérito alterou o contexto que embasava a decisão anterior.
O caso Master envolve desdobramentos políticos em Alagoas e vinha sendo usado como argumento em disputas judiciais entre os envolvidos. A suspensão do direito de resposta representa uma reviravolta no processo, que segue em tramitação.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, a decisão do TRE-AL foi tomada depois que a PF apontou a responsabilidade administrativa pelo Iprev a JHC. O levantamento do sigilo permitiu que as partes tivessem acesso ao teor completo do inquérito.
Procurado, JHC ainda não se manifestou sobre a suspensão. O espaço segue aberto para eventual posicionamento.
A expectativa agora é de que o mérito do caso seja analisado em breve, com possível impacto na pré-candidatura de JHC ao governo de Alagoas em 2026. O episódio também deve repercutir nas articulações políticas do estado.
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[…] O caso Master envolve a investigação de supostas irregularidades administrativas no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Alagoas (Iprev). Em decisão anterior, o TRE-AL havia suspendido o direito de resposta de JHC após a Polícia Federal atribuir a ele a responsabilidade administrativa do Iprev. Essa decisão foi amplamente noticiada e gerou repercussão nacional, como mostra a matéria TRE-AL suspende direito de resposta de JHC após PF atribuir responsabilidade administrativa do Ipre…. […]