O índice de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável na mais recente pesquisa Quaest, realizada a três semanas do primeiro turno das eleições de 2026. Segundo o levantamento, divulgado pelo portal Tribuna do Sertão, a estabilidade ocorre apesar da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e dos desgastes gerados pelo chamado caso Lulinha. Na rodada anterior da pesquisa, 45% dos entrevistados aprovavam o governo e 48% desaprovavam.
A pesquisa Quaest foi realizada a três semanas do primeiro turno, período em que o cenário político nacional é marcado por tensões institucionais e desdobramentos judiciais. O levantamento anterior, que serve de base comparativa, registrava 45% de aprovação e 48% de desaprovação ao governo Lula.
O caso Lulinha, mencionado na divulgação, refere-se a desgastes políticos envolvendo o governo federal. A crise no STF também é apontada como fator de pressão sobre a avaliação presidencial. Apesar desses elementos, a nova rodada da Quaest não apresentou variação significativa nos índices de aprovação e desaprovação.
Panorama político e eleitoral
O levantamento é divulgado em um momento de intensa movimentação eleitoral no país. Pesquisas recentes têm mostrado cenários distintos nos estados e para a disputa presidencial. Em Alagoas, por exemplo, a Pesquisa Paraná Pesquisas aponta JHC à frente no 1º turno em Alagoas, com 52,50% dos votos válidos.
No âmbito nacional, a avaliação do governo federal tem oscilado. A Pesquisa Nexus/BTG aponta recorde de avaliação negativa do governo Lula: 44% reprovam gestão. Já a Quaest: aprovação do governo Lula estaciona em 48%, e avaliação negativa chega a 36%.
Em outras disputas estaduais, a Disputa pelo governo de Pernambuco: Raquel Lyra lidera com 43%, João Campos tem 37%, aponta Quaest. Em Minas Gerais, a Quaest em Minas Gerais: Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente na liderança; Zema aparece em terceiro.
Os números da Quaest indicam que, apesar dos ruídos políticos e institucionais, o eleitorado não promoveu alteração substancial na avaliação do governo federal na comparação com a rodada anterior. O levantamento foi realizado a três semanas do primeiro turno, período em que a campanha eleitoral tende a intensificar a polarização e a exposição de temas como a crise no STF e os desdobramentos do caso Lulinha.
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